A virada cultural que acontece todo ano em São Paulo, é o evento mais esperado do ano.
Shows e apresentações gratuitas, espalhadas por todo o centro da cidade.
É um momento oportuno para se ver e conhecer pessoas e culturas diferentes.
Andar pelo centro da cidade, à noite e de madrugada, sem se preocupar com violência é um sonho de todo paulistano.
Mas, mesmo com (quase) toda guarda metropolitana espalhada por São Paulo, não é motivo de real “segurança” para nós.
Pessoas bêbadas, drogadas e briguentas, tem em todo lugar. Mas, quando ocorre um evento de tão grande porte como a virada cultural, estas pessoas se sentem no direito de “liberar geral”.
E por isso, temos que redobrar o cuidado.
E em meio há uma multidão de cores, raças e crenças, tomando todo cuidado necessário, para não se envolver em brigas, arrastões e tumultos, ainda é possível ter um divertimento verdadeiro.
Ainda mais se estiver em companhia de pessoas agradáveis.
Em minhas andanças nesta noite de sábado pela cidade (em agradabilíssima companhia), conheci/vi algumas figuras singulares: um bêbado no ônibus querendo voltar para casa e totalmente perdido, outro, drogado, chamado Rudi (assim mesmo, com “i”), que estava tão carente que parou para papear conosco, pediu um cigarro (ei gente, eu não fumo, ta?) e ainda pediu para por o cigarro “na conta” dele (risos), um casal se “pegando” em pleno Vale do Anhangabaú.
Nunca vi tanta gente na minha vida, o centro realmente estava em polvoroso.
Muito calor humano, muitas mãos “leves” (risos) e muito conhecimento para se absorver.
Enfim, show de graça é bom, é divertido, mas encontrar pessoas, beber e ficar de olhos nos gatinhos, isso realmente “não tem preço” (risos).
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